"Eu que pus sempre o meu maior cuidado Em ser simples, sincero, natural, Fiz d'isso um culto tão exagerado Que me tornei um artificial."
António da Costa CARNEIRO, 1881-1934
E eu recebo-te em silêncio, de peito aberto, deixo que o teu brilho me lave por dentro. Que cada raio teu me lembre quem eu estou, e ...
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