Hoje venho fazer uma reflexão de um texto que escrevi em outubro passado e que passo a citar uma das passagens:
cit. "namoros, casamentos, uniões de facto, casos amorosos... fiz o que sei, dei o meu melhor, dei oportunidades e tive as tentativas necessárias para hoje entender que nesta minha passagem por este planeta, nesta vida eu sou o suficiente para viver e ter paz, e fazer o meu caminho sozinho para o qual vim a esta dimensão.
Amo-me, desejo-me e isso basta-me.
E, sim estarei e estou apaixonado por mulher(es), amarei com certeza, desejarei fisicamente e intelectualmente, sem dúvida, mas não mais terei o intuito de intimidade profunda."
Primeiro dizer que defendo a posição destas palavras, mas não cumpri, apaixonei-me e tive intimidades profundas que muito me fizeram feliz em grandes momentos, e de prazer também, e deram energia e tiraram também outra tanta energia.
E está tudo bem, aprendo que está feito e gosto que eu tenho feito, vou fazer por melhorar a próxima vez. A primeira coisa estar presente e dizer não! E parar antes do início da intimidade.
Dito isto e por experiência própria a procura por companhia e companheira tem sido por carência emocional, depois dependência da pessoa, como ela me faz sentir e a construção mental da pessoa, face ao que ela realmente é. Raramente a pessoa é vista como é, como se sente perante ti, há muito egoísmo porque é como tu/eu te sentes ,em vez do que o casal sente, e vive as emoções.
Portanto, eu tenho estado assim, e tenho presente que não é justo estar junto, ou querer uma companheira nestes moldes, onde vou sugar e tirar o que preciso dela, com o mínimo partilha, atendendo às necessidades dela.
PARO assim esse comportamento e atitudes, e vou viver comigo próprio na máxima plenitude, e melhorar em mim esse comportamento. Quero paz e alegria, dinamismo, força e segurança, muito amor e neste momento sou o que consegue para mim.
E por isso reitero - abre mão de outro relacionamento amoroso com outra pessoa que não seja eu.
O fim!?
Stay on the path, namaste!

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